O livro investiga a construção histórica da ideia de suicídio no pensamento ocidental, analisando como a morte voluntária foi interpretada, regulada e condenada ao longo do tempo. Ao rejeitar explicações naturalistas, a obra compreende o suicídio como uma construção conceitual ligada a disputas morais, políticas e religiosas, revelando suas relações com a formação da subjetividade, da culpa e das noções de liberdade e responsabilidade.
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