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No mercado musical termos como samba, pagode, sertanejo, rock, pop, blues, sinfonia, concerto, entre outros, dão nome a grandes ajuntamentos de obras musicais semelhantes, perfazendo aquilo que comumente é entendido como gênero musical. Mas afinal, o que é um gênero musical e quais são as características que levam determinadas práticas musicais a serem assim classificadas? Nesta publicação, o autor busca revelar como o conceito de gênero musical é tratado a partir de reflexões de autores da área musical e de diversas outras áreas de conhecimento.

Partindo de uma provocação extemporânea a Nietzsche e aos usos que fizeram do ser Übermensch (além do homem), os ensaios que compõem este livro buscam transcriar filosoficamente inquietações, estranhamentos e discretas esperanças que surgem e se dissipam entre os lampejos do tempo do agora. Para isso, os autores se constelam, cada qual a seu modo, em lutas orquestradas contra diversas formas de mais-opressão, sejam elas atravessadas pelos marcadores de gênero, raça, classe ou de vários tipos entrelaçados. A interseccionalidade é mobilizada então como ferramenta analítica de grande valor para destrinchar e combater sistemas de exclusão múltiplos, dinâmicos e imbricados, em última instância, operados pelo sujeito transparente do pós-iluminismo europeu, situado nas vertigens do antropoceno.

Este livro e os temas que nele são abordados nascem a partir de demandas, dúvidas, inquietações e curiosidades manifestadas por pouco mais de 200 crianças refugiadas ao viverem no Brasil. Trata-se de um guia para educadores, estruturado em quatro grupos de idade, de forma a atender crianças dos 4 aos 11 anos. Este trabalho busca acolher e incluir no processo educativo, crianças e pré-adolescentes refugiados para que possam se inserir localmente de forma mais confortável e autônoma, e assim, reduzir vulnerabilidades que os cercam e possibilitar a ampliação de oportunidades para um futuro digno no país.

Neste livro o leitor encontra uma miríade não exaustiva e não exclusiva, mas interessante e sugestiva, de temas e questões que estão no cerne da discussão sobre o desenvolvimento, sobretudo falando de um país periférico como o Brasil. Este é um trabalho coletivo de professoras e professores de diferentes áreas e cursos, e oriundos de formação acadêmica também múltipla. Os dez capítulos apresentados nesse livro representam novos passos, dados por este grupo, em busca de uma abordagem integrada dos temas que pautam a sua atuação.

Baseado nas oficinas sobre a temática da gestão de riscos e desastres, o livro conta com 10 capítulos que abordam, a partir do conceito de pesquisa-ação, técnicas e metodologias com foco em práticas colaborativas, aprendizagem social e coprodução de conhecimento. Tais ações tiveram por objetivo principal a validação e a construção de novos métodos com enfoque na identificação, análise e espacialização de riscos ambientais urbanos, bem como para a proposição de medidas estruturais e não estruturais para sua redução. As oficinas foram oferecidas a técnicos e gestores das prefeituras dos cinco municípios da Bacia do Juqueri e do CIMBAJU.

Conheça as histórias de mulheres cientistas, viajantes, que excursionaram pelo Brasil em meados do século XX, com o propósito de realizar pesquisas científicas e estudos variados, fotografar, registrar costumes, inventariar recursos e espécimes naturais, reunir artefatos e coleções para museus diversos, consolidando assim viagens de exploração ainda pouco associadas às mulheres nas histórias mais tradicionais sobre práticas científicas. Em um universo de disciplinas científicas em construção e de instituições que começavam a se acostumar com a presença de mulheres, essas pesquisadoras se aproveitaram de diferentes estratégias para consolidar seus objetivos profissionais.

Obra que discute a recepção da filosofia de Nietzsche por Max Horkheimer, formulador da noção de “teoria crítica”, tomando como fio condutor a sua investigação de aspectos da constituição subjetiva que vão na direção oposta da autonomia e envolvem a fixação pela autoridade, o ressentimento, a agressividade das massas e a prevalência de uma irrefletida racionalidade adaptativa e conformista. O tema é abordado principalmente com base nos escritos dos anos 1930 e 1940 nos quais Horkheimer desenvolve uma leitura de Nietzsche que enfatiza o seu vislumbre e a sua crítica a tendências psicológicas que apontavam para além de seu tempo e teriam culminado na adesão das massas ao fascismo.

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