Ano de 2005. Temia-se que a recém-(re) inaugurada política do Brasil para a África não resistiria a uma mudança de governo. Lula completou dois mandatos e seu nome ficou associado a uma inédita prioridade conferida ao continente africano. Tratava-se, em sua origem, de uma “volta à África”. Passados cerca de quinze anos, a África vive um “boom” diplomático com a abertura de 320 novas embaixadas em seu território entre 2010 e 2016. No plano bilateral, segundo o
...O planejamento enquanto uma área de conhecimento e ação das ciências sociais aplicadas envolve uma diversidade de temas, habilidades e formações com vistas a enfrentar questões da realidade espacial em uma atitude prospectiva de melhoria do bem-estar humano e do meio ambiente. Neste sentido, este livro reúne casos de práticas de planejamento não estatais, insurgentes e alternativos que visam oferecer inovação e alterações no status quo das práticas do planejamento normativo, para o recorte
...Podemos discernir algum padrão racional de desenvolvimento histórico em meio ao constante vai e vem dos fatos e acontecimentos? Será que podemos admitir a ideia de que nós, seres humanos, estamos em constante progresso em direção a um mundo melhor? Em que bases e com quais pressupostos podemos dizer que a humanidade progride moralmente? Para além do desenvolvimento civilizatório e das instituições políticas mundo afora, podemos encontrar algum progresso das
...Esta obra parte do conceito de sindicalismo de movimento social (SMS) com objetivo de propor uma relação de aproximação desse modelo à forma de atuação das mulheres da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Trata-se de um conceito relativamente novo na literatura brasileira, porém muito evocado por autores estrangeiros como saída para a crise dos modelos sindicais existentes. Por meio de revisão bibliográfica, análise de documentos, pesquisa de campo, aplicação de questionários e
...A partir de uma análise crítica e humana, este livro convida o leitor a refletir sobre os limites e desafios do atual regime internacional de enfrentamento ao tráfico de pessoas, em especial de mulheres. Partindo do Protocolo de Palermo e da Convenção da ONU contra o Crime Organizado Transnacional, a obra revela como a lógica dominante — centrada na segurança e na criminalização — acaba relegando a segundo plano a proteção das vítimas. Resultado de uma pesquisa de doutoramento, o texto
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