Capitalismo de vigilância (ou “de domínio”), identitarismo, redes sociais e ultraliberalismo: que relações guardam entre si? Como a educação e o estudo da linguagem são ditados pelo aparato tecnológico de nosso tempo e de que maneira pautas sociais dissolvem-se no ambiente caça-likes? Longe de fechar questão sobre esses objetos, este livro faz ecoar, à sua maneira, o que intelectuais do mundo inteiro – como Byung-Chul Han, Dany-Robert Dufour, Geoges Bernanos, Humberto Eco, Mia Couto, Shoshana Zuboff e tantos outros – vêm apontando há algum tempo: a crítica de nós mesmos, hoje, passa pela crítica ao tecnicismo acelerado, idiotizante e totalitário. Não seria o momento, como sugerido na imagem de capa deste livro, de “olharmos para trás”? Fica o convite à leitura e ao debate.
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